14 de fevereiro de 2017

Grey's Anatomy e empatia.

Você já sentiu empatia por alguém?

Empatia 
s.f. Ação de se colocar no lugar de outra pessoa, buscando agir ou pensar da forma como ela pensaria ou agiria nas mesmas circunstâncias.(Dicio.com.br)

Sei que muitas vezes é difícil se colocar no lugar de alguém, somos condicionados a nos preocupar somente com os nossos sentimentos, se não passamos por algo não entendemos. Mas é muito importante exercitar a empatia, para viver em sociedade e entender as ações do próximo.

Quando comecei a assistir Grey’s Anatomy, acreditava ser apenas uma série sobre romance e drama (muito drama), apesar desses elementos serem parte considerável de toda história, as temporadas criadas por Shonda Rhimes exploram muito o lado humano de cada personagem.

Para quem não sabe, Grey’s Anatomy é um drama médico que se passa dentro de um hospital onde acompanhamos um grupo de internos, suas vidas, seus casos medicinais e amorosos. A série gira em torno de Meredith Grey, que descobrimos, logo no começo, ter uma mãe com Alzheimer.

Devido a isso, começamos a nos colocar no lugar dela assim que começa o episódio. Porém, por se tratar de um hospital, possuímos diversos casos, desde a espera por um coração até a morte de um ente querido ou uma doença que paralisa todo o seu corpo... É muito interessante ver como cada personagem lida com as situações, como eles se envolvem, como resolvem os próprios problemas.

Por isso, indico Grey’s Anatomy, não só porque é uma boa produção (e está disponível na Netflix), mas também porque consegue trazer alguns questionamentos e ensinamentos muito preciosos. Exerça a empatia! 

7 de fevereiro de 2017

As aulas voltaram!

Alguém aqui estava ansioso para voltar para a faculdade? Bom, eu estava. Não só porque sou apaixonado pelo que estou estudando, mas porque o ambiente me deixa bem e feliz. Aí junta isso ao ano em que vamos entrar em contato com o Jornalismo, mesmo. 

Desde o final do semestre passado, espero por esse momento. Novos professores, novas matérias, trabalhos mais focados na área, tudo diferente. Na segunda-feira (06/02) foi meu primeiro dia de aula, o professor se apresentou e apresentou a matéria. Depois ele disse o que faríamos de trabalho interdisciplinar no semestre: UM JORNAL!

Sim, um jornal com todas as suas editorias, todas as fotos, toda a parte de diagramação, tudo completo. Quem estava presente ficou empolgadíssimo, começamos a planejar as mudanças, as matérias, juntamos grupos (agora que a sala é só de jornalistas, alguns grupos foram totalmente alterados).

Enfim, o que posso esperar desse semestre é que ele seja o melhor até agora e que conforme for passando os anos fique cada vez melhor, com os estresses de um curso superior, só que ainda me dando prazer em estar lá!

Boa volta às aulas!

24 de janeiro de 2017

Criar novas boas histórias.

A vida acontece. Num piscar de olhos, uma pessoa que estava contigo realizando várias coisas vai embora. Desde passeios inesperados pelo centro de São Paulo aos românticos no cinema ou os culturais em museus, todos esses momentos permanecem, mesmo após a despedida.

Por mais difícil que possa parecer, esses momentos vão ficar com você para toda a vida, é besteira tentar apagar eles, um filme não desaparece da sua mente, uma exposição de arte pode fazer parte das suas conversas com o pessoal do trabalho, de repente você vai precisa passar no centro para comprar algo... Não existe um relógio que determina a validade de uma lembrança. Ela não some, ela se torna parte de quem você é.

Então, já que não dá para simplesmente mandar elas embora: que tal criar novas? Olha, pode ser complicado no começo, por causa da rotina, das próprias lembranças e do costume de estar com a pessoa específica. Mas, uma boa história não se escreve sozinha, uma vida não se vive sentado e remoendo.

No começo, evite os mesmos lugares, afinal memórias novas são melhores em lugares novos e inesperados. Aquele shopping que você não gostava, poderá te surpreender. Descer em uma estação diferente ou não pegar aquele atalho, podem mudar a sua perspectiva. Assim, aos poucos sua vida vai acontecendo, cheio de momentos novos e ainda com os antigos, para revisitarmos sempre que quisermos. 

10 de janeiro de 2017

Terminar também é recomeçar.

Planos, rotinas e sonhos. Todas essas coisas acabam quando seu relacionamento com a pessoa termina. Dia após dia e vocês vão criando uma história de amor e de confiança, um ajudando ao outro, crescendo, criando e planejando. De repente, a rotina que vocês tinham já não existe mais, você não vai mais buscá-lo no trabalho, ele não vai mais te ver na hora do almoço.

No começo, quando vocês colocam um fim, parece que existe um grande vazio dentro de você, um buraco negro que suga qualquer sentimento que tenta ter. Aí a rotina faz falta. O carinho faz falta. E agora, José? Não vou te falar que vai ser fácil superar, não é. Existia uma história, mas como todas as outras: essa também vai passar.

Lembra quando éramos crianças e nossos pais liam ou contavam uma história para a gente antes de dormir? Sempre pedíamos por mais uma, mais uma e outra. Quando gostávamos da história eles reliam/contavam de novo e de novo. Vai ser assim, sua vida vai ser repleta de histórias!

Contudo, o mais importante é você retirar o máximo de aprendizado de cada uma delas. Não encare o término de um namoro como fracasso, vocês deram certo até o momento em que tinha que dar. O que vocês viveram, naquele espaço/tempo, foi mágico. Então, não tente excluir essa parte da sua vida, apenas aceite que ela seguiu um caminho diferente.

“[...]Como a minha amiga, a querida princesa Leia, que nos deixou, me disse uma vez: pegue seu coração partido e o transforme em arte" – Discurso de Maryl Streep no Globo de Ouro, 2017.

3 de janeiro de 2017

Enfim, 2016 acabou!

Podemos concordar que o ano passado foi muito ruim. Claro, houve algumas coisas que tornaram nossos dias mais agradáveis, mas pensando em escala mundial: houve muita coisa triste.

Só para citar algumas: guerras na Síria estão cada vez piores, crise financeira e política, boate Pulse, várias mortes de personalidades e, recentemente, o assassinato de um ser humano incrível em uma estação de metrô aqui em São Paulo.

Contudo, consigo olhar para o meu ano e tirar algumas coisas muito boas:

  • Entrei em um curso que eu gosto muito; 
  • Comecei este blog; 
  • Fiz minha primeira tatuagem; 
  • Acompanhei, por dois dias seguidos, minha melhor amiga lançando seu primeiro livro na Bienal; 
  • Conheci autores brasileiros maravilhosos e atenciosos na bienal; 
  • Fui em eventos maravilhosos; 
  • Li meu primeiro livro em inglês.

Além de todas as coisas que colocam um sorriso no nosso rosto ao longo dos dias. Portanto, é preciso olhar para esse ano que passou, respirar fundo, encarar os fatos e não repetir os desagradáveis.

Feliz ano novo a todos que acompanharam esse blog em seu primeiro ano. Muitas novidades virão conforme o tempo for passando. Obrigado!