23 de junho de 2017

Ausência e recesso.

Bom, eu não sei quando vou poder postar nesse blog novamente.
Então, queria avisá-los de que está tudo bem, mas por conta de outros projetos é preciso focar nessas outras coisas para que num futuro (bem próximo na verdade) eu possa tocar em frente este blog.

Muito obrigado a todos que acompanharam ele até aqui e que entraram pra ver se tinha alguma coisa nova. Por enquanto não, mas quando eu voltar vocês saberão! Qualquer coisa estarei nas redes sociais que vocês podem encontrar ao lado.

Foto por: Lílian Moreira

Obrigado!

24 de março de 2017

Eu já idealizei amores.

A primeira vez que o vi, meu coração quis saltar para fora do meu peito diretamente para o abraço dele. A segunda vez também e a terceira. Durante muito tempo o sorriso dele foi o roteiro dos meus sonhos, a voz era a melodia das minhas músicas e por muito tempo eu achei que era para sempre. 

Esse estado extasiado, eufórico e apaixonado acaba. É, eu sei, nós que fomos criados com filmes da Disney, séries adolescentes e música pop idealizamos demais o amor, criamos príncipes encantados e nem vivemos em uma monarquia. Daí, a nossa realidade dá um soco no estômago e faz o coração ficar exatamente no local onde ele deve permanecer: dentro de nós mesmos. 

A paixão tem essa característica efêmera, que não decide se vai ficar e se alimenta de momentos, como um fósforo que consome a si mesmo. O que vem depois disso é o fim ou começo do que podemos realmente chamar de amor – não esse que idealizamos dos contos de fadas. O amor é calmaria depois da tempestade, é o arco-íris. O amor é quando, depois da paixão, você percebe que quer ficar. 

Contudo, esse amor que sentimos também pode acabar. Não que ele não tenha existido, ele apenas é outra coisa, outro sentimento, uma mutação. As opções são infinitas viu, do platônico ao ódio, do carinho à nostalgia. Esqueçam os príncipes, esqueçam quem não transforma os seus dias e principalmente os seus sentimentos. Deixem de lado os contos de fadas que não se tornam realidade. 

14 de março de 2017

Isso é tão Black Mirror!

Você já ouviu essa frase?


Bom, primeiro vamos explicar o que é Black Mirror, vai que alguém se recusa a ter Netflix e não sabe da existência de uma das melhores séries do catálogo. Black Mirror é uma série britânica, o diferencial da série é que não é uma sequência, são diversos “mini filmes”. Mas do que se trata, Mateus? Distopia e tecnologia poderiam ser as palavras-chaves, os episódios se passam em um futuro (não tão distante) onde a tecnologia já é avançada e mostra como os humanos reagem a ela.

Tem episódios que embrulham o estômago, tem tecnologias que já existem no nosso mundo e notas em perfis valem dinheiro e status (lembra algo?). Acontece que quem assiste a série está acostumado a dizer e ouvir a frase: isso é tão Black Mirror. Porém, o que deveria ser um aviso virou uma piada. Qualquer coisa tecnológica que afeta de alguma forma a sociedade vem acompanhada dessa frase.

Sabe onde está o problema? As pessoas continuam, sabem o que pode acontecer com elas, mas continuam por pensar que está distante ou que a série exagerou na mão. Mas a frase está sempre lá, alertando e ninguém está ouvindo.

Claro que a tecnologia tem seus pontos positivos, podemos curar doenças, antes, incuráveis; conversar com pessoas de outros países em segundos; fazer uma transmissão ao vivo para o mundo todo; trocar informações em um piscar de olhos... Contudo, precisamos perceber que séries como Black Mirror, Jogos Vorazes e obras como 1984, exageram no drama e crítica para percebermos que isso pode de fato acontecer.

A série é maravilhosa, muito bem produzida e roteiros interessantíssimos, mas por favor, percebam a crítica social!

22 de fevereiro de 2017

Aulas inspiradoras!

A escolha do curso de graduação é essencial para a sua permanência nele, você escolhe algo que está nas suas qualificações como: bom, rentável, eficiente... Por aí vai. Contudo, por mais que o seu curso seja exatamente o que você gosta/quer, algumas aulas podem te deixar um tanto desanimado. Então, quando um professor consegue te inspirar é maravilhoso.

Aí você está naquela semana ruim, na bad mesmo, chega na faculdade e tem que deparar com uma aula cheia de slides e só conteúdo teórico. Chato, não é? Essa semana mesmo, tive a primeira aula no Laboratório de Redação Jornalística, uma segunda-feira totalmente atípica, até então estávamos acostumados a ficar na sala durante duas aulas assistindo a slides...

O desafio foi criar uma nota (Nota: relato parcial de um acontecimento ainda em curso, apuração parcial). O professor fez uma pesquisa com a gente na primeira aula do semestre e com esses dados fizemos uma nota de cinco linhas sobre essa pesquisa. Foi realmente inspirador, todos os alunos com computadores e concentrados em realizar a tarefa.

Ainda existem aquelas aulas que nos inspiram só pela forma de explicação do professor ou até mesmo identificação com ele. Claro que todas essas coisas são muito relativas, uma matéria que eu gosto pode não ser do agrado de outro colega, mas ter essas matérias inspiradoras, é muito importante para nos dar aquela energia para estudar.

Espero que vocês encontrem essas aulas inspiradoras ao longo da jornada! 

14 de fevereiro de 2017

Grey's Anatomy e empatia.

Você já sentiu empatia por alguém?

Empatia 
s.f. Ação de se colocar no lugar de outra pessoa, buscando agir ou pensar da forma como ela pensaria ou agiria nas mesmas circunstâncias.(Dicio.com.br)

Sei que muitas vezes é difícil se colocar no lugar de alguém, somos condicionados a nos preocupar somente com os nossos sentimentos, se não passamos por algo não entendemos. Mas é muito importante exercitar a empatia, para viver em sociedade e entender as ações do próximo.

Quando comecei a assistir Grey’s Anatomy, acreditava ser apenas uma série sobre romance e drama (muito drama), apesar desses elementos serem parte considerável de toda história, as temporadas criadas por Shonda Rhimes exploram muito o lado humano de cada personagem.

Para quem não sabe, Grey’s Anatomy é um drama médico que se passa dentro de um hospital onde acompanhamos um grupo de internos, suas vidas, seus casos medicinais e amorosos. A série gira em torno de Meredith Grey, que descobrimos, logo no começo, ter uma mãe com Alzheimer.

Devido a isso, começamos a nos colocar no lugar dela assim que começa o episódio. Porém, por se tratar de um hospital, possuímos diversos casos, desde a espera por um coração até a morte de um ente querido ou uma doença que paralisa todo o seu corpo... É muito interessante ver como cada personagem lida com as situações, como eles se envolvem, como resolvem os próprios problemas.

Por isso, indico Grey’s Anatomy, não só porque é uma boa produção (e está disponível na Netflix), mas também porque consegue trazer alguns questionamentos e ensinamentos muito preciosos. Exerça a empatia! 

7 de fevereiro de 2017

As aulas voltaram!

Alguém aqui estava ansioso para voltar para a faculdade? Bom, eu estava. Não só porque sou apaixonado pelo que estou estudando, mas porque o ambiente me deixa bem e feliz. Aí junta isso ao ano em que vamos entrar em contato com o Jornalismo, mesmo. 

Desde o final do semestre passado, espero por esse momento. Novos professores, novas matérias, trabalhos mais focados na área, tudo diferente. Na segunda-feira (06/02) foi meu primeiro dia de aula, o professor se apresentou e apresentou a matéria. Depois ele disse o que faríamos de trabalho interdisciplinar no semestre: UM JORNAL!

Sim, um jornal com todas as suas editorias, todas as fotos, toda a parte de diagramação, tudo completo. Quem estava presente ficou empolgadíssimo, começamos a planejar as mudanças, as matérias, juntamos grupos (agora que a sala é só de jornalistas, alguns grupos foram totalmente alterados).

Enfim, o que posso esperar desse semestre é que ele seja o melhor até agora e que conforme for passando os anos fique cada vez melhor, com os estresses de um curso superior, só que ainda me dando prazer em estar lá!

Boa volta às aulas!

24 de janeiro de 2017

Criar novas boas histórias.

A vida acontece. Num piscar de olhos, uma pessoa que estava contigo realizando várias coisas vai embora. Desde passeios inesperados pelo centro de São Paulo aos românticos no cinema ou os culturais em museus, todos esses momentos permanecem, mesmo após a despedida.

Por mais difícil que possa parecer, esses momentos vão ficar com você para toda a vida, é besteira tentar apagar eles, um filme não desaparece da sua mente, uma exposição de arte pode fazer parte das suas conversas com o pessoal do trabalho, de repente você vai precisa passar no centro para comprar algo... Não existe um relógio que determina a validade de uma lembrança. Ela não some, ela se torna parte de quem você é.

Então, já que não dá para simplesmente mandar elas embora: que tal criar novas? Olha, pode ser complicado no começo, por causa da rotina, das próprias lembranças e do costume de estar com a pessoa específica. Mas, uma boa história não se escreve sozinha, uma vida não se vive sentado e remoendo.

No começo, evite os mesmos lugares, afinal memórias novas são melhores em lugares novos e inesperados. Aquele shopping que você não gostava, poderá te surpreender. Descer em uma estação diferente ou não pegar aquele atalho, podem mudar a sua perspectiva. Assim, aos poucos sua vida vai acontecendo, cheio de momentos novos e ainda com os antigos, para revisitarmos sempre que quisermos. 

10 de janeiro de 2017

Terminar também é recomeçar.

Planos, rotinas e sonhos. Todas essas coisas acabam quando seu relacionamento com a pessoa termina. Dia após dia e vocês vão criando uma história de amor e de confiança, um ajudando ao outro, crescendo, criando e planejando. De repente, a rotina que vocês tinham já não existe mais, você não vai mais buscá-lo no trabalho, ele não vai mais te ver na hora do almoço.

No começo, quando vocês colocam um fim, parece que existe um grande vazio dentro de você, um buraco negro que suga qualquer sentimento que tenta ter. Aí a rotina faz falta. O carinho faz falta. E agora, José? Não vou te falar que vai ser fácil superar, não é. Existia uma história, mas como todas as outras: essa também vai passar.

Lembra quando éramos crianças e nossos pais liam ou contavam uma história para a gente antes de dormir? Sempre pedíamos por mais uma, mais uma e outra. Quando gostávamos da história eles reliam/contavam de novo e de novo. Vai ser assim, sua vida vai ser repleta de histórias!

Contudo, o mais importante é você retirar o máximo de aprendizado de cada uma delas. Não encare o término de um namoro como fracasso, vocês deram certo até o momento em que tinha que dar. O que vocês viveram, naquele espaço/tempo, foi mágico. Então, não tente excluir essa parte da sua vida, apenas aceite que ela seguiu um caminho diferente.

“[...]Como a minha amiga, a querida princesa Leia, que nos deixou, me disse uma vez: pegue seu coração partido e o transforme em arte" – Discurso de Maryl Streep no Globo de Ouro, 2017.

3 de janeiro de 2017

Enfim, 2016 acabou!

Podemos concordar que o ano passado foi muito ruim. Claro, houve algumas coisas que tornaram nossos dias mais agradáveis, mas pensando em escala mundial: houve muita coisa triste.

Só para citar algumas: guerras na Síria estão cada vez piores, crise financeira e política, boate Pulse, várias mortes de personalidades e, recentemente, o assassinato de um ser humano incrível em uma estação de metrô aqui em São Paulo.

Contudo, consigo olhar para o meu ano e tirar algumas coisas muito boas:

  • Entrei em um curso que eu gosto muito; 
  • Comecei este blog; 
  • Fiz minha primeira tatuagem; 
  • Acompanhei, por dois dias seguidos, minha melhor amiga lançando seu primeiro livro na Bienal; 
  • Conheci autores brasileiros maravilhosos e atenciosos na bienal; 
  • Fui em eventos maravilhosos; 
  • Li meu primeiro livro em inglês.

Além de todas as coisas que colocam um sorriso no nosso rosto ao longo dos dias. Portanto, é preciso olhar para esse ano que passou, respirar fundo, encarar os fatos e não repetir os desagradáveis.

Feliz ano novo a todos que acompanharam esse blog em seu primeiro ano. Muitas novidades virão conforme o tempo for passando. Obrigado!

14 de dezembro de 2016

Finalizando o semestre.


Vocês sabiam que em alguns cursos (em algumas faculdades) é possível juntar alunos do primeiro semestre e alunos que já estão no segundo, se o curso for o mesmo? Foi o que descobrimos na primeira semana de aula. Por causa das matérias serem modulares podíamos aprender em qualquer ordem, claro que só nesse primeiro ano.

Porém, essa novidade trouxe alguns estresses, muitas pessoas saíram antes de começar o semestre e outras entraram, então vários grupos tiveram que se reformular. Aí, depois começaram os trabalhos e eu me vi dividindo textos com outros jornalistas, o que foi bem complicado no começo.

Tivemos alguns trabalhos que incluíam gravar, fotografar, criar textos, editar fotos, entrevistar pessoas, tudo dentro de um blog que foi criado pelo grupo. Não houve grandes eventos, apenas uma palestra de Jornalismo Esportivo, que não consegui assistir por completo, mas pelo que vi já percebi que não me encaixo.

Semestre passado, eu me apavorei com a semana de provas, minha imunidade foi pro pé e fiquei de exame em uma matéria. Esse semestre eu disse que isso não aconteceria, dormi cedo todos os dias, comecei a estudar para as provas duas semanas antes (afinal, se eu me sentisse preparado, não teria porque ficar nervoso) e debati com alguns colegas. Resultado: as provas foram um sucesso, nenhuma me deu trabalho e meu corpo respondeu muito bem.

Agora, é esperar o próximo semestre, pra separarem os cursos de Publicidade e Jornalismo e, assim, começar de verdade o meu contato com a profissão!

7 de dezembro de 2016

Eu já quis tocar violão!


Adolescência é uma época difícil, né? É gente tentando agradar os pais, os professores, o crush, se agradar e ainda se rebelar. É tudo tão confuso.

Quando eu estava na escola não me encaixava em nenhum grupinho. Populares, rockeiros, funkeiros, nerds... Mas, a minha solidão não durou muito tempo, porque eu não era o único que não se encaixava, então nos juntamos e durante todos os anos nós formávamos o grupinho dos desajustados.

Conforme o tempo foi passando acabei me enturmando com outros grupos: os alternativos. Naquele tempo, não sei se ainda continua, era moda menino tocar violão para impressionar. Era fofo, era popular e alternativo. Quem não ia querer participar dessa?

Meu tio (músico) tinha um violão em casa, infernizei a vida dele que queria emprestado e que devolveria quando comprasse o meu próprio. Com um DVD de aula eu comecei a estudar, não duraram dois dias, o violão foi pra cima do guarda-roupa, não adiantava o quanto eu tentava, aquilo não era pra mim. Eu sabia disso.

Aí surge a pergunta: vale a pena tentar impressionar pessoas, só pra se encaixar em um grupo que você, naturalmente, não pertence?

Agora eu tenho um violão, nunca o toquei e sinto o maior prazer de não ter me encaixado naquele grupinho. 

8 de novembro de 2016

Quando o amor acaba?

Entrei no primeiro vagão do metrô em direção a minha faculdade. No começo só reparava nela, seus olhos vermelhos, tentando não chorar mais. Depois eu percebi que ele estava tentando manter o amor dos dois vivo. Ele pediu desculpas milhões de vezes. Meu destino ficava cada vez mais próximo. Os braços dele cercavam-na, ele tentava de todas as formas trazê-la de volta. Ela resistia, mas o amor ainda não tinha acabado para ela.

Eu sempre vejo casais dentro dos trens que levam para todos os lugares (às vezes até eu sou um desses casais). Sempre os vejo e sinto um carinho por aquela demonstração de afeto em público. É bom ver que o mundo ainda possui espaço para o amor.

Os dois me fizeram pensar: quando podemos decretar o fim de um amor? É depois de uma traição? Não, não dá pra acreditar nisso. Para mim o amor vai acabando aos poucos, deixar de amar é tão louco quanto começar a amar. No começo do amor os sentimentos se misturam com felicidade, ansiedade, desejos e sonhos. No final os sentimentos que se misturam são diferentes: você não sabe se fica triste, se sente raiva, se aliviou ou pesou mais.

Contudo, aqueles dois... Ainda havia a resistência de fazer dar certo. Mesmo com todas as lágrimas, mesmo os problemas sendo jogados na cara, mesmo expondo todos os defeitos. Não, o amor deles não acabou ali.

Então, eu desço e até os vagões sumirem no túnel, eu os vejo abraçados um no outro, como se pudessem consertar tudo, só com aquele ato. 


25 de outubro de 2016

Update

1.   Sei que o blog estava desativado, mas como vocês podem ver foi para reformular a aparência dele. Agora estou usando uma das minhas cores favoritas: vermelho. Também tem o avião de papel que é a minha primeira tatuagem. Estou aprendendo a usar os pacotes de design, então tive que pedir ajuda, por isso demorou um pouco além do esperado.

2.    Na faculdade nós tivemos que criar um blog e produzir conteúdo para ele, então isso tomou boa parte do meu tempo livre para escrever. Vocês podem conferir nosso trabalho neste link: http://projetofalo.wixsite.com/falae

3.    O blog está de volta e com isso vou arrumar a periodicidade de posts, tenho assistido e lido coisas que eu quero conversar sobre...

Nos vemos no próximo post, espero não demorar tanto dessa vez!

Eu preciso conhecer o mundo!

Quando eu tinha lá pelos meus 15 anos, uma vontade gritava em mim: eu precisava viajar, imediatamente. Entusiasmado pelas séries que eu acompanhava naquela época, pelo teatro que eu fazia e pelas ambições da adolescência, pesquisei por dias a fio sobre intercâmbios, viagens, passaportes...
Essa vontade incontrolável foi diminuindo até se tornar uma certeza: eu não quero ficar em um país só para sempre. Então, por causa de condições financeiras o desejo foi se acalmando. Até eu ver um avião de perto. Preciso dizer que eu nunca tinha ido ao aeroporto, pelo menos não que eu me lembre.
Recentemente eu levei um amigo ao aeroporto para ele voltar para sua cidade. Logo ao entrar eu já me senti feliz, como se aquele lugar fosse onde eu deveria estar. Me imaginei andando por ali com uma mala, só esperando o momento de embarcar para o meu próximo destino. Imaginei as despedidas, os reencontros, as lágrimas e a felicidade.
Imaginei a mala cheia de lembrancinhas, minha mente cheia de ideias, meu coração cheio de energia. Mas, aí chegou a hora de sair do aeroporto.
Eu sei que um dia será a minha vez de segurar o passaporte e o bilhete. Sei que em breve estarei em outro país com o maior sorriso. Porém, até lá, ficarei aqui desejando que meu avião de papel vire realidade e me leve em uma volta ao mundo. 

19 de agosto de 2016

Sobre Fotografia

Já falei aqui que um dos cursos que pensei em fazer foi Fotografia, lembram? Pois é, hoje é o dia da Fotografia, então quis fazer essa pequena postagem sobre ato de capturar imagens, mas antes um adendo: não haverá nada de profissional nesse texto, mesmo porque não sou, é um texto sobre o meu gosto e sobre o que eu espero aprender daqui pra frente.
Eu sempre gostei muito de tirar fotos, antigamente eram mais autorretratos do que qualquer outra coisa, talvez um pouco egocêntrico? Talvez, muito. Nunca fotografei profissionalmente, mas sempre tive uma grande curiosidade de como usar uma câmera, como editar fotos e etc. Quando eu passei por toda a turbulência de encontrar um curso perfeito, eu pensei em fotografia exatamente por isso. Para vocês terem uma ideia, quando, no meu trabalho, tiveram que tirar fotos de todos os funcionários não pensei duas vezes antes de pedir implorar para que fosse eu a fotografar.
Era, acredito eu, a primeira vez que segurava uma câmera profissional por muito tempo e mais: eu tirei fotos com ela! Claro, ela já veio toda configurada pelos donos dela, para não ter problemas na hora da execução, mas mesmo assim a experiência foi incrível. Depois disso só tirei fotos com celulares e uma câmera velha que tenho em casa. Contudo, ainda curto muito a ideia de capturar uma cena que talvez nunca mais se repita.
Quando entrei no curso de Jornalismo, não esperava receber dicas de fotografia logo no primeiro semestre, devido ao trabalho que tivemos que tirar uma foto autoral, acreditava que as aulas sobre o assunto seriam tratadas mais pra frente. Porém em uma das aulas o professor falou sobre composição de foto, enquadramento, luz e edição, o que nos deu uma base para realizar uma foto coerente e uma grande curiosidade para saber mais. Espero que nos próximos semestres tenhamos mais matérias que englobem a fotografia.
Enfim, aqui vão algumas fotografias, mas aviso de antemão, não esperem fotos dignas de prêmios, pois como eu disse: ainda sou um amador. 





28 de julho de 2016

Finalizando o Semestre: Parte 2 (Última)

Todo mundo aqui sabe como é tenso ser avaliado, mesmo quem não está em uma faculdade, todo mundo teve que provar o seu conhecimento para professores, instrutores, instituições e por ai vai. Desde uma prova de ensino fundamental até uma prova de concurso público, é sempre difícil esperar o resultado.
Pois bem, estou cursando Jornalismo e comigo isso não seria diferente.  Fui bem nas matérias, sabia o conteúdo, mas fiquei doente de tão tenso e minha vida virou um caos na minha vida. Nunca tinha realizado uma prova com febre e dor no corpo, saí da sala jurando que tinha colocado tal resposta e quando recebi a prova não tinha acertado nada! Aí é correr atrás do prejuízo, estudar pra confirmar que sabia mesmo e realizar a prova final. Mesmo assim fiquei tenso. A professora corrigiu as provas na hora e só falou as notas quando todo mundo acabou. Eu passei, em todas as matérias!
Não consigo pensar em nenhuma dica para se preparar para provas, caso você seja uma pessoa ansiosa e fique tensa na hora, eu poderia tentar um “fique calmo”, mas todo mundo sabe que isso não funcionaria, então o que eu posso dizer é: crie um grupo de estudos, converse com seus amigos, reprisem a matéria toda, veja vídeos sobre a matéria (foi o que eu fiz na avaliação final), assim você consegue mais confiança de que sabe o conteúdo e não precisa ficar com medo, ok?
Nesse semestre eu já senti na pele o que é jornalismo. No final de uma aula, um professor disse que seria parte da banca dos trabalhos do terceiro semestre de Publicidade e Propaganda, e que os grupos do primeiro semestre de Comunicação Social deveriam realizar a cobertura do evento. Nossos grupos são mistos, então funcionou assim: quem era de jornalismo tinha que entrevistar e criar um texto acerca do evento, quem era de publicidade, deveria tirar fotos dos trabalhos. No meu grupo, apenas eu sou de Jornalismo. Em resumo, fui jogado aos leões e tive pouco tempo para me preparar.
Não fazíamos ideia do que eram os trabalhos que seriam apresentados, quando chegamos lá vimos stands de filmes e DVDs e alunos bem nervosos. O professor explicou que esse era o Projeto Interdisciplinar do terceiro semestre de PP, cada grupo tinha que criar e divulgar um DVD para a banca. A hora chegou! Peguei meu bloquinho de notas, escrevi umas perguntas base (as que o professor queria que fossem respondidas no texto a ser criado) e fomos para a luta! O melhor da situação é que estávamos tão apreensivos quanto os alunos que apresentavam o trabalho, então ajudávamos uns aos outros e assim as perguntas foram respondidas e os trabalhos apresentados.
Fomos percebendo que os grupos da nossa sala perguntavam coisas básicas para cada um e iam embora, enquanto nós víamos o material exposto, dávamos opiniões e gravávamos a conversa para ficar mais fácil de criar o texto. Por fim, sobrou apenas o meu grupo, os do terceiro semestre e a banca, não perdemos a oportunidade de fazer algumas perguntas para os professores da banca também. Após tudo isso, criamos o texto, escolhemos dez fotos e entregamos ao professor. Ainda não sabemos qual dos textos ele vai escolher para colocar no blog da faculdade, porque vai ser um projeto futuro, mas ficamos bem orgulhosos do nosso.
O que eu tirei dessa situação toda? Eu estou certo da minha escolha para o futuro. Estar ali, frente a frente com pessoas que não faziam ideia de quem éramos e vice-versa, decidir as perguntas de última hora... Viver o jornalismo, mesmo que dessa forma tão simples e segura, foi uma das experiências mais incríveis que eu tive nesse primeiro semestre. Uma experiência que vou levar como base por um bom tempo.

20 de julho de 2016

Finalizando o Semestre: Parte 1

Sei que esse blog está cheio de teias, vamos limpá-las enquanto conto pra vocês o que aconteceu no final do meu semestre? Ok, vamos lá.  Bom, não tenho escrito porque primeiro minha vida ficou uma loucura na faculdade: trabalhos, provas, apresentações, atividades extras... Aí acabou o semestre e meu trabalho aumentou muito, eu geralmente escrevo quando termino o que eu tenho pra fazer, mas eu nunca terminava. Enfim, a questão é que aqui estou e como eu já tinha planejado vou criar duas postagens sobre o final do semestre na faculdade, as coisas que eu mais curti fazer, os trabalhos que eu mais gostei de apresentar e etc.
Primeiro houve o ENCOM (Encontro de Comunicação), semana com uma série de palestras sobre Rádio e TV, Jornalismo e Publicidade, contudo consegui ir apenas em três dias do encontro. Não era obrigatório você ir à palestra do curso matriculado, por isso eu acabei assistindo apenas uma de Jornalismo, que foi a que mais me interessei, depois deixei os outros dias para Rádio e TV, que não me instigaram tanto.
Na palestra de Jornalismo, César Galvão falou sobre a vida do Jornalista Investigativo. Durante a palestra, ele citou várias experiências e apresentou algumas reportagens. Ao contrário da minha experiência com o jornalismo ambiental, o investigativo me atraiu muito, não que o ambiental não seja importante, mas o investigativo combina comigo em muitos pontos. Imagino como deve ser a sensação de revelar uma fraude, desvio de dinheiro, reportar crimes planejados, estar perto do perigo e ainda apresentar ao mundo a verdade.
O jornalista que segue essa vertente tem que ter um quê de Agatha Christie e seu personagem, o detetive Poirot, tem que ter um bom networking para conseguir informações importantes para a resolução do caso. Cesar Galvão disse que graças às suas filmagens já arranjou problemas com a polícia, mas também conseguiu ajudá-los em casos onde as únicas provas eram suas filmagens. Por tudo isso, jornalismo investigativo está na minha lista de possibilidades, sei que há muito que conhecer desta e de outras vertentes e não vou parar de pesquisar e assistir a palestras sobre as mais diversas áreas.
Outro ponto importante desse semestre foram os trabalhos. Eu sempre preferi trabalhos que dessem liberdade criativa para os alunos, por isso, um dos trabalhos de destaque foi sobre o surgimento do Rádio e da TV, a professora nos deu autonomia para escolher a forma de apresentação, desde que mostrássemos os pontos principais das duas potências em poucos minutos. Começamos a pensar numa forma diferente de apresentar, decidimos fazer uma cena em que apresentadores de TV começavam a falar sobre o surgimento de cada meio de comunicação e de repente, uma transmissão de rádio dos anos 20 interferia na apresentação. Na confusão os apresentadores saíam e só voltavam quando a interferência era cortada. Com essa apresentação, conseguimos aprender muito mais sobre a história dos meios de comunicação, e a professora gostou muito, pois conseguimos abordar todo o assunto sem ficar muito chato.
Em outro trabalho, que foi a base do semestre, tivemos que ler dois textos e criar um artigo de opinião. Foi uma tarefa bem difícil, os textos eram bem técnicos e as nossas opiniões divergiam muito, então, quando enfim conseguimos nos decidir quais pontos defenderíamos, veio outra parte muito complicada: canalizar e escrever. Eram tantas as opiniões, que por várias vezes o texto ficava digressivo. Ainda bem que tivemos o suporte das professoras de Leitura e Produção de Texto, porque senão, o artigo teria virado um texto muito chato. No fim a gente curtiu muito o resultado e conseguimos apresentar o trabalho para toda a sala sem maiores problemas. Clique aqui para ler o artigo.
Bom pessoal, essa foi a primeira parte do final do semestre, na próxima, vou abordar uma atividade extra que tivemos que realizar e as provas. Mas, me contem como foi o final de semestre de vocês? Ainda estão curtindo a escolha que fizeram? Não deixem de comentar. 

27 de abril de 2016

Projeto Música Através do Mundo

Música para mim é quase sagrada. O problema é que, aqui no Brasil, somos muito influenciados por músicas americanas e inglesas. Nem mesmo as nossas músicas nos influenciam tanto quanto os artistas internacionais. Sofro muito pra encontrar uma banda brasileira com letras legais, uma melodia que me atraía e que a personalidade do artista não estrague tudo isso, depois farei uma postagem sobre as minhas bandas brasileiras favoritas.
Enfim, pensando nisso e desejando coisas novas, decidi começar um projeto com bandas de países por todo o mundo, alguns meses atrás. Peguei uma lista no Google de bandas divididas por países e pronto, cada dia eu sorteava uma, escutava o último álbum lançado e dependo da minha exigência no dia, ele entrava ou não para uma lista que fiz no Spotify com uma amiga que participou do projeto.
Passamos por várias bandas esquisitas e outras muito legais, não encontramos algumas, outras foram muito difíceis de suportar e desistimos (desculpa, Egito!). Percebemos que mesmo em países com outras línguas nativas, as bandas que cantam inglês prevalecem, e às vezes isso nos fazia sortear outra banda (já que o intuito do projeto era descobrir coisas novas!). Agora o projeto já acabou, estou me sentindo meio órfão e daqui um tempo vou começar outro, mas hoje eu separei cinco bandas, escolhi uma música de cada para vocês descobrirem.

Kabul Dreams
Kabul Dreams é uma banda do Afeganistão de indie rock e rock n' roll. Foi a primeira banda e não poderíamos ter começado melhor, conquistou logo de cara. Apesar de ter algumas músicas em inglês, as que são cantadas na língua nativa são tão boas quanto. O álbum que nós ouvimos foi o WE ARE Kabul Dreams.
Mammut
                Boliviana, a banda Mammut, foca no rock. Suas músicas são todas no idioma do país. O álbum escutado foi o Barbarie.
Desmod
A banda da Eslováquia foi um alívio, após de desistir do Egito (a mulher cantava gemendo), estávamos com medo de encarar países tão desconhecidos musicalmente, mas Desmod apareceu com esse rock leve e salvou. Vyberovka, foi o álbum escolhido. 
Fossils (Rupam Islam)
Fossils foi uma surpresa boa: a banda é da Índia e toca rock. Apesar do idioma bem estranho, a melodia consegue ser bem agradável aos ouvidos. O álbum foi Fossils 4.
Musiqq
Direto da Letônia, o duo que compõe Musiqq toca pop e R&B, que é mais o meu gênero preferido, então foi uma das mais fáceis. O álbum: Silta Sirds.

                Esse projeto me trouxe outra visão da 1ª arte, de que podem existir muitas coisas diferentes ao redor do mundo e coisas parecidas com o que nós estamos acostumados.
Queria indicar outras bandas (foi muito difícil selecionar só essas) mas não caberia em uma postagem, portanto, vou deixar a playlist criada no Spotify aqui embaixo pra vocês apreciarem.

8 de abril de 2016

WORKSHOP: Jornalismo Ambiental da Rede Biomar.

Quando comecei o curso de Jornalismo, eu sabia muito pouco sobre as vertentes da área, desde então eu tenho buscado conhecer e me atualizar sobre elas pra saber em qual me encaixo melhor. Então apareceu essa oportunidade de participar de um workshop sobre Jornalismo Ambiental com convidados da Rede Biomar, que consiste em projetos patrocinados pela PETROBRAS que tem por objetivo a conservação da biodiversidade marinha no Brasil.
O jornalista ambiental tem o dever de disseminar informações acerca do meio ambiente, no qual ele e todos nós estamos. As pautas incluem a cobertura de eventos ambientais, de instituições responsáveis por pesquisas e fatos, das políticas públicas para a área ambiental, campanhas de conscientização são de responsabilidade desse profissional. Ele deve buscar as informações em artigos científicos, contato telefônico com cientistas da área, com os projetos de proteção ao meio ambiente, deve-se ter a coragem de ir contra todos os modelos ultrapassados, batendo de frente com interesses econômicos, políticos e empresariais, de corporações e particulares que ao se sentirem ameaçados vão tentar calá-lo.


Nos foi apresentado temas relacionados a projetos ambientais e comunicação e cada representante falou um pouco das suas especificações. O Projeto Albatroz, por exemplo, busca a criação, inovação e divulgação de métodos de proteção aos Albatrozes, que morrem em quantidades absurdas em alto mar. Com medidas de segurança que acabam facilitando a vida dos pescadores, também, os Albatrozes ficam distantes das iscas de pesca e não são fisgados pelos anzóis. A importância do jornalismo ambiental nesse projeto, é propagar a relevância desse ato de proteção aos animais, para pessoas que não estão ligadas ao mar e a pesca.
A Ecosurf Brasil, é um projeto que virou uma página no Facebook que buscar empoderar o surfista para atuar a favor do meio ambiente, com foco nas praias, rios e oceanos. Surgiu na busca pela conscientização do surfista com as praias, a página se tornou a maior do mundo no ramo. O representante, diz ter escolhido as redes sociais para a divulgação de materiais por ter um alcance maior e melhor. Ainda deu dicas de como atingir resultados na propagação de conteúdos ambientais e elencou criatividade, leitura social, conhecimento de causa e senso crítico como alguns dos elementos.
O mar é muito prejudicado, devido aos efeitos climáticos, poluição, pesca e outros tantos problemas relacionados. Pensando nisso, é inviável que não se proteja áreas marinhas, afinal grande parte do oceano ainda nem foi explorada, então não podemos destruir a que conhecemos. Então, com a educação, sensibilização e divulgação é possível a criação e implementação de áreas marinhas protegidas com zoneamento de áreas específicas para cada coisa que se faz no oceano.


Enfim, o workshop foi bem esclarecedor nas questões, conseguimos entender um pouco mais dessa área, que não é tão divulgada e infelizmente pode passar despercebida. É muito legal perceber e sentir essa responsabilidade, sabe? Sendo Jornalista, você tem o dever de informar ao mundo do que acontece, e vendo essas alterações climáticas e todos esses problemas que causam, é necessária uma exposição de conteúdo, para que não fique restrito somente às áreas ambientais, mas se espalhe pelo mundo!
Porém, por mais que a área seja muito importante, não consegui me identificar com ela, é interessante, mas não é algo que eu gostaria de viver todos os dias.

Para saber mais:

PROJETO ALBATROZ
Facebook: facebook.com/palbatroz
Site: projetoalbatroz.org.br

ECOSURF BRASIL
Facebook: facebook.com/ecosurfoficial
Site: ecosurf.org.br/site

16 de março de 2016

RESENHA: Mesmo Se Nada Der Certo (Begin Again)


Um rapaz convence sua amiga a tocar uma de suas composições em um bar. Uma compositora que terminou um relacionamento recentemente é convencida a tocar uma de suas músicas em um bar. Um produtor falido está bebendo em um bar até que ouve a sua próxima grande descoberta. Pode parecer loucura, mas o filme começa exatamente assim, mostrando esses três pontos de vista e com essa originalidade, ele já te conquista nas primeiras cenas.
No começo todos os personagens são fracassados. O produtor Dan, interpretado por Mark Ruffallo, demitido de sua própria gravadora após cair no alcoolismo, devido à separação com a mulher e filha, está em busca da nova revelação musical que vai salvá-lo disso. Gretta (Keira Knightley), é uma cantora e compositora que namorava o astro Dave Kohl (Adam Levine), até que este assina um contrato com uma gravadora de grande porte e deixa tudo pra trás, inclusive sua namorada. Steve (James Corben) é um musico que toca nas ruas de Nova York e não agrada ninguém.


A trama vai se desenvolver a partir do momento que o personagem de Ruffallo descobre Gretta cantando no bar e imagina outros instrumentos acompanhando a cantora em sua adorável “A Step You Can’t Take Back”. Daí o filme vai te encantando cada vez mais com a voz doce de Keira, cantando nesse quase musical. Dan decide que quer gravar um disco com ela, por toda a cidade, em lugares públicos, de baixo de pontes, remando no lago do Central Park, em becos, com vozes de crianças na fofíssima “Coming Up Roses”...
Engana-se quem acha que fica só na produção do disco, que por si só já é muito incrível. John Carney, o diretor do filme, aposta no relacionamento entre pai e filha após a separação, até mesmo  no relacionamento com a ex-mulher. Dan vai descobrindo coisas sobre a sua família, como o talento de sua filha na guitarra, elas acabam ajudando na produção e ele vai se reaproximando delas até o final do filme.
Dave volta pra cidade pra um show, tenta contato com a Gretta após ela mandar uma mensagem cantada dizendo “o amei como uma idiota”. Ela ouve seu novo disco e percebe que ele usou a música que ela fez pra ele, chamada de “Lost Stars”, mas que mudou todos os acordes e tirou toda a emoção da música apenas pra se tornar um hit. Ele a convida pro show e lá ela toma a decisão mais certeira de sua vida. Uma música pode salvar a sua vida, e todos os personagens sabem disso.


O filme acaba com aquela sensação maravilhosa de realização, você sai da frente da tela com vontade de começar a descobrir a sua cidade e o que ela tem a te oferecer em questão de arte. O sorriso de Gretta ao final representa muito bem o que todos nós deveríamos sentir: satisfação com o que se faz e consigo mesmo. Somos puxados pra realidade, mostrando que a vida não é só feita de relacionamentos e que descobrir o melhor de nós é tão importante quanto o amor.
Antes de finalizar essa resenha, gostaria de indicar a trilha sonora do filme que é toda cantada pelos atores, com participações especiais de CeeLo Green (que também aparece no filme) e Hailee Steinfeld que interpreta Violet, a filha de Dan. A trilha sonora (igualzinha as músicas do filme - até no som ambiente) nos faz ter vontade de assistir tudo de novo sempre que uma música começa a tocar.